Macarronis/ Mentawai/ Indonésia
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Fenômenos Sociais nos Negócios


Sou assinante da HSM e além de ler seu conteúdo, monitoro sua disseminação pelas redes sociais. Hoje recebi esta indicação de livro no Twitter e achei muito interessante o texto que justifica sua leitura. Eu vou atrás do meu e depois de ler comento aqui. Para quem quiser aprimorar-se nas estratégias de redes sociais acho válido. O futuro da comunicação já chegou. Leia naíntegra abaixo.

Conheça o fenômeno que criou uma mudança permanente na maneira como o mundo funciona e saiba como tirar proveito dele.

Confira nossas indicações

Neste momento, seus consumidores estão escrevendo sobre seus produtos em blogs e editando seus comerciais no YouTube. Estão escrevendo definições sobre sua empresa na Wikipedia e falando sobre você em sites como o Facebook.

Todas essas atividades fazem parte de um fenômeno social – o groundswell – que criou uma mudança permanente na maneira como o mundo funciona. A maioria das empresas o percebe como uma ameaça. Você pode vê-lo como uma oportunidade.

Em Fenômenos sociais nos negócios, dois dos principais analistas da Forrester Research mostram como transformar a força desses consumidores on-line em seu próprio benefício. Com 25 casos sobre empresas e instituições do mundo inteiro – de saúde, varejo, bens de consumo e serviços – Charlene Li e Josh Bernoff mostram como as empresas líderes estão obtendo conhecimentos, gerando receitas, fazendo economia e energizando seus consumidores.

Saiba como os profissionais de marketing da Procter & Gamble provaram que o marketing sutil em uma comunidade foi quatro vezes mais eficaz do que a televisão, como a BestBuy aproveita a inteligência de seus mais de mil funcionários dentro de redes sociais, como a Dell se transformou quando incluiu a inteligência de seus consumidores em quase todos os seus departamentos e como uma vinícola sul-africana multiplicou suas vendas por 10 quando explorou o poder de blogueiros, YouTube, Facebook e todas as outras ferramentas do arsenal da tecnologia social. Todos eles aprenderam a tirar proveito e transformar a mudança em lucro.

Sobre os autores: Charlene Li é uma das mulheres mais influentes do mundo da tecnologia e suas opiniões são replicadas em grandes veículos de comunicação, como os jornais The New York Times e The Wall Street Journal. Autora do blog The Altimeter, Li entende de uso das mídias sociais pelas empresas como ninguém – e estará no Brasil no ano que vem, a convite da HSM, para falar do tema.
Josh Bernoff é analista-sênior e vice-presidente da Forrester Research. É conhecido como um dos melhores analistas da indústria da televisão e sua revolução tecnológica.

Groundswell - Fenômenos Sociais nos Negócios
Editora Campus-Elsevier
Páginas: 320
Preço de capa: R$ 77,00
Autores: Charlene Li e Josh Bernoff

HSM Online
16/12/2009

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

É a hora do Brended Content



Quando me decidi pela profissão de jornalista, uma das razões preponderante foi o conteúdo. Conteúdo para mim sempre teve muito valor, em todos os sentidos. Trabalhar com ele então me fascina até então. Hoje, felizmente, o conteúdo é também valorizado nas relações de consumo e a sua importância ganha mais espaço nos investimentos das marcas.

Em uma das minhas pesquisas na web sobre Branded Content, que é o conceito de conteúdo agregado à marca, encontrei no blog do analista de tendências, Gabriel Jacob, o Advertido, uma matéria muito interessante, que sinaliza este movimento, e resolvi publicar aqui no meu blog.

Branded Content: Por que é a prática do futuro?

Entendemos por Branded Content a prática por vincular conteúdos a uma marca (e vice-versa). Uma forma sutil e criativa de cultivar laços entre uma marca e o consumidor.

Não é nenhum segredo que, com a evolução digital, muitas marcas aproveitaram o espaço livre e democrático da internet para espalhar a sua mensagem, dar conselhos e até mesmo medir a reação dos consumidores. Mas em 2009 foi feito ainda mais com Branded Content. Vimos vários exemplos aqui no ADivertido, e segundo o último relatório do Custom Publishing Council (CPC), os gastos com Branded Content duplicaram em 2009.
Falando de Estados Unidos, o gasto total com Branded Content foi, em média, US$ 1,8 milhões por empresa. Pouco mais da metade (51%) foi investido em publicações impressas, 27% em internet e quase 1/4 (22%) em televisão e rádio. A estimativa é que, em 2010, quase 60% das marcas devem duplicar os números de 2009.

O estudo também constatou que:
• 61% das marcas acreditam que o Branded Content é “mais eficaz” que a mala direta.
• Um pouco mais da metade (54%) usam o Branded Content para educar os consumidores.
• As marcas destinaram quase um terço (32%) dos orçamentos em Branded Content.
• 24% pretendem aumentar os gastos de conteúdo de marca em 2010.
• 78% dos entrevistados relataram que o Branded Content é mais eficaz do que a própria publicidade.

Estes dados mostram um crescimento substancial desta disciplina. Por quê? Você só precisa refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje e entender que ele não quer mais ser incomodado com mensagens interruptivas, por isso opta por um conteúdo mais pertinente e que, em muitas vezes, pode ser assinado por alguma marca. Só depende da agência e do anunciante na hora de interpretar no briefing a demanda por algum tipo de conteúdo capaz de reter a atenção do target. No mais, a criatividade continua sendo o maior e principal ingrediente.

Sendo assim, vou continuar monitorando aquilo que virá com tudo em 2010.
:: Com fonte do BizReport e MediaPost

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O melhor das estratégias de marketing em 2009

A revista Contagious em seu relatório anual, revela as idéias, tendências e inovações geradas pelas estratégias de marketing mais revolucionárias de 2009, segundo a publicação. Muito bom e surpreendente

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domingo, 22 de novembro de 2009

A inevitável moda


Sempre fui fascinado pela contracultura, mesmo em momentos de minha vida quando fui adepto a alguns dos ditames da moda.

A idéia da necessidade de inclusão social, imposta por algumas atitudes e hábitos padrões, criadas por alguém e incorporadas por um grupo, sempre me causava repugnação. Para mim o seu melhor diagnóstico, soava na falta de personalidade, mas este comportamento social é extremamente natural, humano e compreensível. A necessidade de ser aceito é provocada pela socialização. E tudo o que provoca a movimentação do inconsciente coletivo numa mesma direção, nós chamamos de moda. É aquilo que pega, que alguns lançam, a maioria ou supostamente todos seguem, é o que representa a inclusão.

E esta ditadura da moda nos pega de forma subliminar, às vezes arquitetada às vezes não. Simplesmente acontece. E isso ocorre desde o momento em que observamos nossos pais e parentes e tentamos inconscientemente imitá-los, copiá-los, fazer parte da família. É a nossa referência, que balisa a nossa tendência e sedimenta nossa cultura. Muito complexo, mas igualmente fascinante ao movimento contracultura. Na sua tentativa de negar tudo isso, gera novos seguidores. A moda é inevitável.

A referência dos pais somada a dos grupos e ídolos nos tendenciam. Pronto, somos fisgados logo cedo. Roupas, consumo, gostos, atitudes, escolhas, manias, traumas e vícios. Dizem alguns pedagogos que o processo começa assim com uma infinidade de informações referenciais até o momento de nossa adolescência, quando questionamos tudo para decidirmos nas fases seguintes qual a melhor caminho para nós, o mais independente, a escolha própria...e seja qual for a que sigamos, lá estão os malditos hábitos e comportamentos padrões modais no meio do caminho nos esperando.

A busca pela originalidade é então uma postura adolescente? Devemos assim interpretar? Para os covardes sim, e todos nós somos quando não temos coragem de mudar. Transgressora ela torna-se então para o inconsciente coletivo ridícula e patética, principalmente quando influenciada por este sentimento juvenil de imunidade a força da moda. Ela é inevitável.
Repito, a moda é o que pega, mesmo que não seja aquilo que você gostaria que pegasse ou não. E torna-se sublime quando decide-se por qual seguir, mas é inevitável que terás de seguir uma, mesmo a da contracultura, a da negação, a da suposta originalidade. O mundo contemporâneo amadurecido alerta-nos: - o valor está na capacidade de reaproveitar, reciclar e transformar o mundo. É um leão por dia, pode apostar. O caminho diferenciado, original e da transformação não é o mais fácil, por isso tão valoroso.

Estou aqui escrevendo o meu blog que é uma coisa que tornou-se moda também. todo mundo tem um blog agora, e os blogs escrevem e expressam o que querem. Não deixa de ser uma influência esta onda de blogs. A questão é ser original fazendo a escolha, mesmo que não tenha partido de você, e transformá-la.

A moda é inevitável...Forget about it

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domingo, 27 de setembro de 2009

A revolução das redes sociais

Me diga com quem te relacionas que te direi quem és. As redes sociais tornaram-se muito presentes e funcionais no dia a dia das pesoas. A distância e a falta de tempo levou muita gente a relacionar-se através da internet. E ão estou falando de procurar a alma gêmea não. Estou falando da conversa e do bate papo com os amigos mesmo. E Isso poderia parecer um absurdo. Ta louco, trocar o mundo real, tomar uma cerveja, sair para jantar ou ir numa balada para ficar conversando na internet? Não é isso. As redes sociais são o complemento disto. Os contatos pessoais locais ou distantes acontecem muito mais em função das redes sociais. A evolução só melhorou as possibilidades das pessoas manterem sua rede de relacionamentos mesmo distante de pessoas amigas no espaço e no tempo. Numa janela do facebook algué que mora em sao paulo e vai passar o dia no rio de repente posta no facebook a viagem e um outro amigo de corumbá que vai para lá no mesmo dia visualiza o recado e já posta um comentário: - vou estar lá também meu velho, vamos tomar uma cerveja no final do dia e colocar o papo em dia,. O Twitter é outra loucura. Você está numa palestra que seus camaradas não conseguiram ir ou mesmo num show sei lá, e aí você twitta no seu telefone pinceladas em 140 caracteres daquele momento, o que tocou o que estão dizendo e seus amigos podem acompanhar em tempo real suas impressões daquele momento.

Para as marcas e estratégias de marketing as redes sociais tornaram-se uma ferramenta brilhante, cheia de informações preciosas. E quanto mais a informação circula as coisas melhoram. Um exemplo é o meu post anterior: Uma reclamação via rede de reclamações Reclame Aqui. Lá é possível encontrar pessoas que viveram o mesmos perrengues que você na compra de um serviço ruim, um produto com problemas de troca, ou um mal atendimento e não cumprimento dos direitos do consumidor etc

Num programa de televisão do Canal Futura de hoje uma matéria entrevistava o pessoal de uma loja de sapatos com numeração grande. Os caras buscaram no Orkut comunidades de pessoas com pé grande para se comunicar. E assim por diante. esse vídeo que me passaram abaixo demonstra esta revolução em números e um toque para os resistentes: por que não?
Viva as redes sociais.

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sábado, 1 de agosto de 2009

Promoção West Coast na parceria paga a balada para os amigos

Você já imaginou na sexta-feira, depois daquela semana de trabalho, receber na porta de seu escritório, um garçom com um caneco de chopp gelado convidando-o juntamente com seus amigos para participar de um tour pelos principais bares da cidade? E o cara ainda anunciar que é tudo por conta da marca West Coast ?

Pois é!!! Isso é possível. A marca de pisantes masculinos lança esta promoção em seu site e posta vídeos dos primeiros sortudos contemplados pela saborosa e divertida empreitada.

Se ligue, pois ao final dos cinco capítulos desta saga, vai rolar uma promoção para nós mortais, e você e seus amigos poderão participar.

N o blog da promoção já foi publicado o 5º vídeo que eu vou disponibilizar aqui para vocês. Não percam tempo e pintem lá no site da promoção.



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sexta-feira, 24 de julho de 2009

70% consideram trabalhar fora do escritório uma evoluçao positiva

78% dos trabalhadores nos EUA e Canadá acreditam que laptops, celulares e outros gadgets melhoraram sua produtividade. Somente 2% avaliam que essas novidades tecnológicas tornaram a vida pior. É o que diz o 'Global Workforce Index', da pesquisadora Kelly Services. Segundo o estudo, 70% dos trabalhadores no mundo consideram a possibilidade de trabalhar fora do escritório como um desenvolvimento positivo. E 87% pensam que uma política de contato remoto com o escritório (via gadgets) seria um atrativo para eles. Li esta informação lá no Blue Bus

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quinta-feira, 23 de julho de 2009

A melhor idade é o melhor negócio


O crescimento do índice da expectativa de vida no Brasil ainda não aguçou o faro das grandes marcas. Pelo menos a experiência que se tem no mercado nacional em termos de serviços e estrutura, é uma considerável falta de atenção a pessoas que demandam produtos, serviços e atendimentos especiais, principalmente as da melhor idade.

Os liberais afirmam que o mercado se ajusta, mas algumas demandas humanas precisam de cabeças a frente para antecipar benefícios que garantam direitos de civilidade a estas pessoas especiais - vide a cultura japonesa.

Este papel, infelizmente cabe ao Estado, instituição falida, precária e arcaica, mas o ideal é que ele o faça. E o faz em alguns aspectos sob a pressão da sociedade. Se não houvesse legislação que delimitasse estacionamento, filas, assentos e espaços adequados a estas pessoas (idosos, gravidas, deficientes) muitos sofreriam até que se tornassem de fato relevantes ao mercado e ele se ajustasse para atendê-los - muito tempo demandaria não acham?

Se sofremos com serviços de telefonia celular, bancos e de tvs por assinatura, imaginem a geração do tempo da máquina de escrever?

Recebi uma news da minha amiga Vera Müller que está em Nova York realizando um trabalho de pesquisa e observação de comportamento de consumo e suas tendências. Dá uma olhada no levantamento que ela fez sobre a melhor idade e confere também o blog dela que tá muito legal.

Um jeito de valorizar “pessoas experientes”.

19.07.2009 - por Vera Muller

Em New York a campanha da loja Louis Vuitton explora a "terceira idade"com muito estilo, conforme pode-se verificar na foto abaixo. No Brasil o potencial de consumo da população de terceira idade atinge R$ 7,5 bilhões por ano, exatamente o dobro da média nacional, de acordo com pesquisa da consultoria Indicator GFK

Em New York a campanha da loja Louis Vuitton explora as “pessoas com experiência”, com muito estilo, conforme pode-se verificar na foto abaixo: “Os três astronautas observam a lua na campanha da LV”.

Depois de fazer campanhas com Sean Connery, Sophia e Francis Ford Coppola, a Louis Vuitton agora faz homenagens aos astronautas. Uma nova campanha da grife acaba de ser lançada, clicada pela badalada fotógrafa Annie Leibovitz, com três profissionais do espaço. A publicidade, que busca resgatar os valores da marca de luxo, se chama “LV Core Values”.
Estão na campanha Sally Ride, primeira norte-americana no espaço, Buzz Aldrin, da Apollo 11; e Jim Lovell, comandante da Apollo 13. A LV também colocou no ar um hot site para mostrar o making of da foto, além de disponibilizar entrevistas com os astronautas.

Legal este jeito de explorar pessoas com experiência e que fizeram algo diferente, ao invés de retratar apenas modelos jovens.

louis-vuitton1terceira-idade1

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Tênis explode em São Paulo



A explosão de um tênis parou as ruas de São Paulo nesta terça-feira. O episódio, que chocou os transeuntes da paulicéia, faz parte da chamada para os eventos de lançamento da revista underground Vice, promovidos pela Converse All Star, a marca de tênis mais desejada entre os jovens do mundo.

A publicação, presente em mais de 18 países, chega ao Brasil este mês inovando na interação com seus
leitores. Pés dos clássicos tênis All Star com a primeira edição brasileira da revista foram espalhados pelas ruas de São Paulo. O sortudo que achar o tênis e identificar as instruções, participa da maratona de eventos reservada para poucas pessoas, entre músicos, jornalistas de moda, artistas e profissionais do Skate.

A maratona atrás dos tênis perdidos pode ser acompanhada no site dos eventos www.thewaywerun.com.br A explosão de um dos tênis foi só uma brincadeira dos organizadores para tornar ainda mais emocionante o momento de quem encontra o tênis. O evento de hoje terça-feira 19 de maio, ocorre na Visionaire/ Galeria Ouro Fino, Gal. Emma Thomas e Puri, às 17h

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Que Alfa que porra nenhuma


Esta semana ao conversar pelo MSN com um amigo cliente o cara me saiu com a nova gíria: fulana é Alfa, sicarano é alfa pra caralho e assim por diante. Eu como verdadeiro ignorante do mundo virtual e apenas um experiment de coisas novas fiquei chocado. Daí saí corendo para pesquisar no Google...é no mesmo lugar onde os Alfas saem para buscar informações, ou seriam betas??? Beta pra mim é uma bagana de maconha....deixa pra lá. Vejam o texto postado antes deste para ver o que eu encontrei sobre esta teoria dos Alfas

O ser humano mesmo com tanto avanço da revolução e tecnologia ainda possui latente em seu sangue sentimentos primitivos. Os caras que estão avançados nas redes sociais são considerados Alfas, acima dos demais. Não vou cometer o erro de dizer que são os caras, mas alguém anda espalhando esta teoria fraca por aí.

Seria a nova Cabala?? Ou os dez mandamentos de Moisés, destinado ao rebanho enquanto o grande conhecimento permanece preservado entre os escolhidos, os predestinados.

Forget About it!!!!!

São só questionamentos sobre uma nova forma de segregar. Desta vez através do mundo virtual, das redes sociais, da internet. Pergunte-se. O Twitter já se tornou pop, e daí??? Porque não deveria? Os Alfas não vão gostar e procurar outro espaço para divulgar seus conteúdos. Bolshit!!! O mundo é Pop, é do povo!!! "Matem o mensageiro".

Assisti a um filme esta semana com a Nicole Kidman. O roteiro meio batido mas o pano de fundo fantástico: A Austrália na segunda guerra e o dilema das gerações roubadas. Poderia comparar as missões cristãs que tentaram evangelizar aborigenes e indios guaranis a todo e qualquer movimentio de pregação da verdade absoluta, e isso devemos tomar muito cuidado.

O Aparthaid, assim como o nazismo, o facismo e até o bairrismo, demonstraram o pior lado do homem, não? Quando o homem vai entender que o mundo não tem fronteiras. A TIM entendeu, será? Disque 2 para sim, disque 7 para dúvida e 9 para falar com uma de nossas atendentes....







Que Alfa que porra nenhuma. o verdadeiro Alfa é Romeu!!

Forget About it!!!



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Os Alfas e os Omegas - bolshit


Primeiro eu vou postar o texto abaixo e depois vou comentá-lo

"Quem são esses personagens dominadores que recebem de certos psicólogos a poética denominação de "alfas"? De que faixa social eles provêm? Seus filhos também serão alfas?

Os indivíduos dominantes apareceriam em qualquer faixa social e sempre nas mesmas proporções, seja qual for a posição dos pais na hierarquia social. Robert Ardrey, autor de African Genesis, foi o primeiro a chamar a atenção sobre a teoria conhecida como "um entre vinte", segundo a qual existe em qualquer grupo a proporção de um indivíduo dominante (alfa) para dezenove dominados (ômegas).

As pesquisas de Ardrey teriam permitido desvendar um dos segredos da Guerra da Coréia. Os prisioneiros americanos nunca procuravam escapar, porque os vigilantes chineses, depois de observá-los durante algum tempo, retiravam dentre eles aqueles que se mostravam "dominantes", encarcerando-os num recinto separado, sob forte guarda. Uma vez removidos os líderes, tornava-se bem mais fácil lidar com os demais prisioneiros, cuja vigilância exigia um número insignificante de guardas. Os chineses observaram que o número de prisioneiros dominantes era sempre de exatamente 5%: um entre vinte. Se não foi bem assim, pelo menos ficou lavada a honra dos americanos que não procuraram fugir: quem não é "alfa" tem direito ao sossego.

Nenhuma pesquisa mais séria foi inda realizada para se estabelecer o porquê dessa estranha porcentagem: um entre vinte. Segundo Ardrey, ainda, a dominação ocorre quando "dois ou mais animais (ou seres humanos) exercem a mesma atividade". Alguns psicólogos afirmam que os indivíduos se tornam criminosos porque sua força de realização foi reprimida ou frustrada, passando então a ser utilizada na busca do êxito em áreas anti-sociais.

As pesquisas de John Calhoun, no Instituto Nacional de Saúde Mental de Bethsda, Maryland (EUA), revelaram dados perturbadores sobre a dominação. Ele observou o comportamento de ratos sob condições de superpopulação, a fim de analisar suas reações. Um grande número desses animais foi colocado em três gaiolas interligadas. O "rato rei" apoderou-se da gaiola central, permanecendo nela com seu harém; os demais foram forçados a se comprimir nas outras gaiolas. Os 5% constituídos de predestinados "dominantes" tornaram-se rapidamente criminosos com relação ao "código de honra" habitual dos ratos livres: passaram a agir de maneira jamais vista anteriormente. Normalmente, os ratos seguem um elaborado ritual de corte que permite a autoproteção; contudo, nas gaiolas superlotadas, os roedores começaram a formar verdadeiros bandos, violentando as fêmeas, e se tornando canibais, devorando as crias recém-nascidas.

Entre os animais, segundo aqueles pesquisadores, os "alfas" têm liberdade de usar o sexo sempre que o desejarem e, invariavelmente, fazem-no mais freqüentemente que os machos não-dominantes. Além de poderem escolher a fêmea, os "alfas" tendem a acumular várias companheiras.

O psicólogo Abraham Maslow passou horas a observar os macacos do Jardim Zoológico do Bronx, em Nova York. Os animais pareciam viver em função do sexo e Maslow descobriu que eram sempre os macacos altamente dominantes que determinavam a escolha do parceiro, sem distinção de sexo. O desconcertante era que tanto os machos como as fêmeas não escolhiam sempre o sexo oposto - o que dá bastante o que pensar com relação aos "alfas" deste mundo. O fato despertou em Maslow o interesse pelo fenômeno da dominação, porque talvez Freud tivesse se enganado a respeito da importância do sexo. Maslow decidiu estudar a dominação nas mulheres - o sexo culturalmente não-dominante. Entre 1937 e os primeiros anos da década de 40, ele estudou de perto quase duzentos casos de mulheres. Os resultados foram tão espantosos que os psicólogos não sabiam como interpretá-los e, assim, ficaram até hoje sem definição.

As mulheres pareciam estar classificadas bastante claramente em três grupos, que Maslow rotulou de "dominação forte", "dominação média" e "dominação fraca". As mulheres de dominação forte, segundo a pesquisa, tendiam a ser muito sexuais. O que os pesquisadores queriam dizer é que a maioria delas se masturbava sem qualquer sentimento de culpa, gostava de novas experiências sexuais e era, em geral, promíscua. Muitas tinham tido experiências homossexuais. Para atingir plena satisfação sexual, essas mulheres precisavam de um homem altamente dominante. Uma delas podia chegar ao orgasmo simplesmente olhando para um homem; no entanto, não foi capaz de ter orgasmo com determinado indivíduo, porque não conseguia respeitá-lo.

O grupo de mulheres de dominação média era constituído, em sua maioria, de almas delicadas, em geral menos experientes. Elas queriam casar-se com "a pessoa certa" e procuravam um homem bondoso, atencioso, que pudesse ser um bom pai de família. Durante o namoro, apreciavam música suave, pouca luz, romance e se assustavam com os homens altamente dominantes que, no seu entender, eram brutos.

Por sua vez, as mulheres de baixa dominação não gostavam de sexo e o julgavam sujo, tolerando-o apenas em função da procriação. Consideravam o órgão sexual masculino grosseiro e feio e preferiam o tipo de homem que as admirasse de longe.

Todas as mulheres entrevistadas davam preferência a um homem que fosse um pouco mais dominante do que elas próprias, mas não dominador demais, pois isso as assustava, Os homens de alta dominação, por sua vez, tendiam a achar sentimentais as mulheres de dominação média e não conseguiam se envolver profundamente com as de baixa dominação.

Dada a tendência do "alfa" à promiscuidade, seria de temer que ele tivesse mais filhos que os outros indivíduos, e todos iguaizinhos ao pai. felizmente isto não ocorre: os filhos de indivíduos dominantes - garantem os pesquisadores - não são necessariamente chefões, dominantes. No entanto, na medida em que a capacidade de liderança tem algo a ver com a inteligência, esses filhos tenderiam a ser mais inteligentes do que a média, fator esse potencialmente hereditário.

Os "alfas" seriam em geral primogênitos, mas isso não significa que tenham mais inteligência do que seus irmãos ou irmãs, embora demonstrem uma vontade de vencer que parece caracterizar o filho mais velho. Evidentemente, a causa desse anseio de vitória poderia decorrer do comportamento dos pais, que pretendem ver todos os seus desejos realizados no primeiro filho. Contudo, mesmo quando acompanhada de uma inteligência excepcional, essa determinação não constituiria a verdadeira dominação, que requereria uma misteriosa dose de "magnetismo pessoal" e liderança.

Entre os animais, há alguma evidência de que o primogênito possa ser dominante. Se tomarmos como exemplo as gaivotas kittiwakes, veremos que a fêmea costuma botar dois ovos em dias consecutivos e que eles se abrem na mesma ordem. Invariavelmente, o passarinho que nasce primeiro bica o mais novo e se torna dominante. Entre os humanos, nenhuma solução assim tão cômoda foi observada pelos pesquisadores que estudam os conflitos de dominação.

O sexo dos animais também parece influir na dominação. Richard Adler cita a seguinte observação, realizada em laboratório: "Em dois grupos de pássaros, um de machos e outro de fêmeas, havia uma ordem hierárquica. No grupo das fêmeas, uma "ômega" recebeu injeções de testosterona (hormônio sexual masculino) e evoluiu para "alfa" em oito dias. Um "ômega" do grupo masculino recebeu a mesma injeção e subiu até o segundo posto.

No que diz respeito aos seres humanos, não se promove necessariamente um indivíduo na escala da dominação, dando-lhe um hormônio masculino. Mas a promoção de uma pessoa à posição "alfa" lhe permitirá automaticamente ser bem sucedida no campo sexual - ao menos é o que supõem os pesquisadores. Os homens poderosos, em geral, atraem as mulheres, da mesma forma que as mulheres poderosas ganham a admiração masculina.

O fato de as mulheres conquistarem menos posições dominantes decorre de uma contingência cultural, mas isso está mudando rapidamente, com muitas mulheres já assumindo posições de dominação. É claro que entre si, elas formam exatamente a mesma hierarquia que poderia ser estabelecida por qualquer outro grupo de pessoas. Mas na companhia de homens, as mulheres figuram menos como "alfas", embora possam dominá-los individualmente. Apesar de chegarem muitas vezes ao alto da escala, não o fazem com tanta freqüência quanto os homens. Isso se deve ao fato de que as mulheres tradicionalmente e no mundo ocidental moderno, são condicionadas a acomodar-se desde a infância à aceitação de um papel secundário na escala social, apesar de já haver sensível mudança neste aspecto cultural e de aprendizagem social. Na verdade, elas sofrem um condicionamento constante no sentido de assimilar comportamentos, atitudes e valores impostos por uma cultura de dominação tradicionalmente masculina.

De maneira geral, como reconhecem os autores desse tipo de pesquisas, a dominação é relativa. Num certo grupo, um indivíduo razoavelmente medíocre pode ser líder, enquanto que um "alfa" de alta qualidade pode ser hierarquicamente inferior num outro tipo de ambiente. O que realmente contaria é a qualidade dos que estão acima e abaixo dele. Se as pessoas situadas acima do "alfa" na escala forem ainda mais dominadoras haverá equilíbrio; mas, se estiverem naquela situação em decorrência de privilégios e não por mérito próprio, o "alfa" poderá sentir-se frustrado e deprimido, o que deve constituir um espetáculo assaz embaraçoso para os outros pobres mortais"

Postado por http://www.editora-opcao.com.br/ada222.htm

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

O Zelador


Vou criar um blog para meter o pau nos abusos ao consumidor. Más e injustas práticas devem ser banidas da sociedade. Acho que um espaço aberto onde possamos dar nomes aos bois como também ouvir asopiniões de especialistas seria interessante Hoje recebi uma mensagem de um amigo meu informando seu novo número de telefone e justificando a causa:

"Oi pessoal, por me sentir desrespeitado pela Claro, passei para a Tim. Cadastrem esse meu novo número não pretendo mais voltar para a Claro".

Esse meu camarada é um comunicador e por isso utiliza as ferramentas, mas imaginem a quantidade de pessoas que se sentem igual a ele com estas prestadoras de serviço? Coloco no mesmo saco da Claro, a Tim, a Vivo, a Oi, a Embratel, a Intelig, e não muito diferentes ou piores os bancos as companias de seguro, de consórcio, as tvs por assinatura, planos de saúde e demais que possam existir ...
O Zelador nasce com muitas destas histórias sobre serviços.
Aguardem

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domingo, 16 de março de 2008

As sete lições de Steve Jobs




Criativo, inovador, perfeccionista ao extremo e com um instinto de marketing digno de um pop-star, cada discurso de Steve Jobs é esperado como um grande evento de cultura pop. Algumas de suas lições já entraram para a história:

1. “A inovação define líderes e seguidores”

A inovação só conhece um limite: a imaginação. Quem quiser ganhar um lugar de destaque tem que pensar de forma original, além dos quatro cantos do seu escritório. A inovação não precisa ser tecnológica, pode ser um novo meio de fazer as coisas, com mais simplicidade e eficiência, uma abordagem diferente em relação ao cliente, uma linha de design mais elegante.

2. “Seja um fanático pela qualidade. A maioria das pessoas não está acostumada a um ambiente onde a excelência é a regra”.

A excelência não admite atalhos. Para alcançá-la, além de estabelecê-la como prioridade, terá que empenhar tempo, talento, habilidades e dinheiro para alcançar aqueles dois passos a mais, que fazem toda a diferença.

3. “A única maneira de fazer um grande trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o trabalho que preenche seus sonhos, não se acomode. Com todas as forças do seu coração, saberá quando encontrar”.

Felicidade, sucesso e excelência se alcançam por quatro palavras: ‘faça o que ama’. Encontre a profissão que lhe dê um senso de profundo significado, direção e satisfação na vida, o que contribuirá não apenas para sua saúde e longevidade, mas também na maneira como vai enfrentar os tempos difíceis, quando vierem.

4. ‘Um conceito do budismo é ‘uma mente aprendiz’. É maravilhoso ter uma mente aprendiz’.

Uma mente aprendiz vê as coisas como são, e num relance pode perceber o significado real de atos e pessoas. Desenvolver uma mente aprendiz inclui observar o mundo e as coisas livre de preconceitos, julgamentos e fórmulas prontas, como uma criança que descobre o ambiente ao seu redor cheio de curiosidade e êxtase.

Sabe aquelas perguntas óbvias que as crianças fazem que não conseguimos responder? Aí está a mente aprendiz.

5. “Eu sou a única pessoa que eu conheço que perdeu 250 MILHÕES DE DÓLARES em um ano. É o tipo de coisa que molda um caráter”.

Não confunda cometer erros com ser um erro. Não há pessoa de sucesso que não tenha cometido erros na vida, e as que tiveram mais sucesso foram as que arriscaram mais, cometeram mais erros, aprenderam com eles e melhoraram sua performance. Steve Jobs, assim como Michael Jordan, seguiram este caminho.

Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta uma nova direção.

6. “Nós existimos para deixar uma marca no universo. De outra maneira, por que estaríamos aqui?”

Você já percebeu que temos coisas imensas a alcançar nesta vida, e estas conquistas futuras acabam sob o pó da rotina enquanto nos servimos mais uma xícara de café e nos enrolamos com nossas pequenas burocracias?

7. “Nosso tempo de vida é limitado, não gaste-o vivendo a vida de outras pessoas”.

Não fique preso a dogmas, não deixe o ruído de outras pessoas vencer sua voz interior e, mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição que, em algum nível, já conhecem a verdade. Todo o resto é secundário.

Você já cansou de viver os projetos e sonhos de outras pessoas? É da nossa vida de que estamos falando, e temos todo o direito de definir e percorrer nosso caminho individual, sem os grilhões ou sutis barreiras criadas por outras pessoas.

É preciso se dar a chance de nutrir suas qualidade criativas, livre de pressões e medos que, na maior parte das vezes, nós mesmos construímos ao nosso próprio redor.

Agora, que tal desligar o iPod e pensar nos seus sonhos?

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