Macarronis/ Mentawai/ Indonésia

terça-feira, 25 de maio de 2010

Esse ano eu não vou à Bahia

Novo Hamburgo, 6 de dezembro de 2001
Desde que me mudei para o Rio Grande do Sul em 1994, pelo menos uma vez por ano visitei a Bahia. 2001 foi um ano diferente. Depois de ser interrogado por Vinícius Heine se naquele ano eu iria a Bahia. Saí com essa pérola.

ESTE ANO EU NÃO VOU À BAHIA

Este ano eu não vou à Bahia,
não vou à praia de Jaguaribe e nem ao Pelô.

Não vou na Pituba,
no Rio Vermelho, muito menos na Liberdade,
onde morou meu avô.

Não vou na Montanha,
na Ribeira, muito menos na rampa do Mercado
pra subir o elevador.

Não vou no Bonfim,
no Humaitá,
mas nem se ela estiver afim,
de ir a Itaparica,
pra tomar água da fonte da Bica,
eu vou lá.

Não vou na Sete Portas,
no Pirajá, no largo de Roma e nem no Uruguai,
em Nazaré das Farinhas,
no Largo da Glória,
na casa de Dona Maninha,
onde nasceu meu pai.

Também no bairro de Nazaré, onde nasci, eu não vou.
Nem na ladeira da Barra,
onde se encontra a Graça,
se passa o Canela,
até chegar na Federação,
onde mora mestre Gigante
e onde minha irmã já morou.

Não vou no Farol da Barra,
muito menos no de Itapuã,
na Boca do Rio pra ver a beira do Mar,
no Forte São Marcelo,
na roda do mestre Buguelo,
nem se for amanhã,
eu não vou lá.

Não vou na velha Fonte Nova,
nem pra ver a vitória do meu Bahia.
Também não vou no bairro da Vitória,
no dique do Tororó, nem em Piatã,
onde mora a maioria dos meus amigos e inclusive minha tia,
nem se for de catamarã,
eu vou.

Eu não vou na lagoa do Abaeté,
nem no Trapiche Adelaide, para ver qual é.

Eu não vou nem em Pituaçú,
nem no Mercado do Peixe,
não vou menino...me deixe!!
Nem se for pra tomar caldo de Sururú,
comer acarajé, sarapateu, muqueca de siri mole ou até manisoba
e escaldado de peixe,
eu não vou.

Não vou pro Capão,
pra cachoeira da fumaça
e nem pra Lençóis,
Andaraí, nem no Vale do Pati.
Muito menos pra Itacaré, Olivença ou Chapada Diamantina,
Mesmo que seja pra ficar a sós com uma menina,
eu não vou.

Nem em Vilas do Atlântico,
Busca Vida,
Praia do Forte ou Itacimirim.

Não vou no Aeroclube,
nas festas de Carnaval,
muito menos na festa do Gueto
pra ver se elas estão afim.

Não Vou a Itapetinga,
comer carne de Sol,
nem em Itororó,
nem pra dançar forró,
nem que seja com uma nega fogosa
mesmo que seja em Amargosa,
eu não vou.

Mesmo em Cruz das Almas, Conceição do Almeida ou Senhor do Bonfim
E se me der muitas saudades, não tenha piedade,
pois eu grito ha tô tô,
Obaluaiê é o meu protetor,
eu sempre serei filho de São Salvador
ele se lembra de mim.
E você?

Ary Dias Filho

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Nike | Write The Future

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terça-feira, 27 de abril de 2010

O futuro do repórter e do editor



O jornalismo contemporâneo passa por grandes transformações. Há quem preconize, com o lançamento e rápido crescimento dos e-readers, estarmos de fato agora no momento de transição do papel para os e-books. Será o fim do jornal impresso? E sobre o repórter e o editor? Quais serão as mudanças?A primeira mudança é como pensar a comunicação de forma profissional como um negócio e a partir dos novos hábitos de leitura que estão por surgir.

Desde o lançamento do Ipod em 2002 muitas evoluções tecnológicas já despontavam velozmente nos anos seguintes, e a principal delas curiosamente não estava ligada às tecnologias, mas sim aos hábitos do comportamento social humano diante delas.


A chamada Geração Y, nascida na era da internet revelou novas formas de lidar com estas inovações sem extinguir os ícones do passado. A convergência tornou-se eminente. Usuários comuns capazes não somente de ouvir músicas, passaram também a reproduzi-las de diversas formas, compô-las, editá-las e até publicá-las. Quando imaginava-se o fim do rádio, ele ressurge em novos formatos de audiência através da internet, a qualquer hora e de qualquer lugar. Sobre os vídeos não foi diferente. Através das redes sociais tudo tornou-se publicável.

E os jornais impressos? Lembra deles? Estes foram Transferidos no embalo da onda para os portais multimídia, perdidos ali transmutando suas fronteiras na dispersão da disputa com outras mídias. Imaginava-se até então não haver nada de novo além desta alternativa para os impressos.. Tudo muito rápido, evoluindo no dia a dia, mas ao mesmo tempo a seu tempo. Em poucas décadas fomos do disquete ao pen drive, da conexão discada a banda larga 3G. E as novas mídias transformaram cada internauta em repórteres e editores de suas próprias relevâncias. E os editores e repórteres de jornais impressos? Quais seus papeis agora?

“É o fim do mundo”, anuncia a velha guarda pessimista. Uma nova era de prosperidade e oportunidades, contradizem os otimistas. Eu prefiro a previsão da esperança, e ela tem fundamento. O mercado editorial prospera a passos largos.
Assim como o Ipod trouxe a possibilidade de interação do hábito de ouvir música com a rede mundial de computadorese o crecimento do e-comerce na indústria fonográfica, os e-readers surgem reinventando o mercado editorial com novos hábitos de leitura.

Com 292 gramas, capacidade para armazenar 1,5 mil livros, conexão a internet de qualquer lugar através da tecnologia 3G, um acervo de mais de 420 mil livros nos EUA e 360 mil no Brasil o Kindle, da Amazon, tornou ainda mais agradável a prática da leitura. Segundo James McQuivey, analista da consultoria Forrester Research, em reportagem para a revista Ep[oca Negócios deste mês de abril, 3% da população americana lê livros em computadores portáteis. Em compensação, 1% utiliza e-readers, mas há entre esse grupo uma diferença de hábito muito determinante. Quem usa notebook lê pouco e não paga nada pelo conteúdo, enquanto quem usa e-readers lê em média dois livros digitais por mês e paga por este conteúdo.



Neste cenário próspero de um negócio aparentemente em decadência, nasce o Kindle, que já vendeu mais de 3 milhões de unidades sendo que 500 mil fora dos Estados Unidos. As expectativas com o Ipad, tablet da Apple, são ainda maiores. Somente em 2010, cinco milhões destes aparelhos devem ser comercializados.

Algum editor ou repórter acredita que não faltará trabalho para saciar esta nova sede de leitura? Um brinde a eles.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O Tripé da Mudança


Peço desculpas mas hoje estou muito HSM. Este segundo artigo me pegou num momento onde a mudança se faz necessária, eu já estou avançando a idade, porém sempre terei muita vontade. Quem sabe, faz ao vivo. Vale a pena e eu divido com vocês.


Mudamos por três razões básicas: idade, necessidade e vontade. Esta e outras afirmações estão em artigo que faz uma reflexão sobre os momentos de mudanças ao qual passamos. Confira!

Por que encontramos tantas dificuldades em realizar mudanças, sejam elas pessoais ou profissionais?

Poderíamos discorrer um livro inteiro sobre esse tema (ainda o farei), mas neste artigo vamos ao cerne da questão.

Mudamos por três razões básicas: idade, necessidade e vontade.

Aceitamos com naturalidade o fato de mudarmos a medida que o tempo passa, que a idade avança. Etapas novas vão surgindo. Escalas de valores vão se alterando. Algumas características permanecem e outras se alteram em função do andar da carruagem. São mudanças naturais que a própria vida se encarrega de realizar em nós.

Os outros dois motivos são mais complexos. Diferenças significativas distanciam necessidade (causas externas) de vontade (causas internas).

Por necessidade, chamamos todos os movimentos realizados em função de causas externas: um novo emprego, uma demissão, uma doença, um novo chefe, uma nova tecnologia, o crescimento de um concorrente, um novo produto para um novo mercado. Uma força externa faz com que ações venham a se realizar dentro de nós. Na maior parte das vezes, não gostamos do que está acontecendo, mas somos compelidos a aderir ao movimento. Rompemos nossa homeostase a contragosto. Normalmente, esses movimentos são radicais. Esses motivos externos modelam o tempo, via de regra, com um intervalo menor do que o desejado. Um novo emprego nos obriga a aceitar uma cultura diferente. Uma doença súbita leva-nos a novos hábitos. Uma nova tecnologia surge e nos obriga a adotá-la para não ficarmos fora de mercado. Novas atitudes são tomadas em função do crescimento do concorrente. Ou mudamos, ou a empresa perde mercado. A situação exige velocidade.

Passada a tempestade e os momentos iniciais dessa nova fase, que pode ser de vários meses, vimos que poderíamos ter realizado as mudanças vinculadas aos motivos em questão, sem as dores e contratempos com que a velocidade nos obrigou a fazê-las. Não queríamos ver o problema em si? Não tínhamos coragem de tomar as decisões por sabermos das dificuldades e riscos que iríamos passar? Por que prorrogamos por tanto tempo essas mudanças? Por que precisamos dessa força externa para “obrigar-nos” a mudar? Desculpas?

Faltou algo importante. Um toque mágico, um passo de coragem, um ato de determinação. Uma provocação? Um exemplo bem sucedido a ser seguido? Uma motivação? Quantas perguntas sem respostas....

Por vontade, chamamos todos os movimentos que realizamos através do nosso “eu”. De dentro para fora. A necessidade pode até estar no âmago da questão, servindo como mola propulsora da mudança ou apenas como indicador forte de que devemos mudar. A diferença básica entre a vontade (própria) e a necessidade, é que esta, provindo de razões externas, tende a desaparecer, quando essas forças deixam de atuar. A mudança, ou as mudanças, foram temporariamente dirigidas e pressionadas por uma causa externa. No caso da vontade, precisamos de uma força muito maior do que a anterior. Um movimento interno que nos induz a mudar.

Fazendo outra comparação, podemos dizer que a necessidade atua sobre a cabeça (razão), ao passo que a vontade mexe com o coração (sentimentos). Por esta forma de falar, podemos dizer que a vontade atua sobre uma parte do cérebro, gerando substâncias químicas relacionadas com o prazer, bem estar. Ao passo que a necessidade atua sobre outra parte do cérebro, relacionado à obrigação, dever, cobrança, sem o prazer e o bem estar da anterior.

Quando partimos para o campo da necessidade, os resultados podem também gerar prazer quando atingimos os objetivos que estávamos buscando. A origem porém, é diferente. A mudança causada pela vontade (força interna) nasce e encerra com prazer, ao passo que a causada pela necessidade inicia por obrigação e pode encerrar com prazer.

A base da vontade está intimamente ligada à motivação. Vamos agora examinar a palavra motivação e sua prima-irmã, provocação. Em ambas sobressai o sufixo “ação”. Parte importante em tudo que realizamos em nossas vidas. Já mencionei em outros artigos, mas vale a pena repetir. Existem três tipos de pessoas. As que fazem, as que deixam que os outros façam, resignando-se seja qual for o resultado e as que choram pelos cantos e reclamam pelas coisas que os outros fizeram e cujos (bons) respingos elas “não tiveram sorte” de receber.

Motivação significa “o ato de motivar”, do latim motivu, que move. Provocação significa “o ato de provocar” do latim provocare, desafiar. Que mais palavras precisamos para realizarmos transformações internas do que as acima mencionadas? Um desafio que nos faz mover. Sem obrigação. Por prazer de superar as dificuldades que possuímos. Por prazer de ver nossa(o) companheira(o) mais feliz. Por prazer de melhorar o ambiente familiar ou profissional. Por prazer de fazer o bem a um(a) amigo(a). Por prazer de entender que devemos mudar para preparar-nos para um futuro melhor. Por prazer de querer viver mais e com mais qualidade de vida. Para sermos mais felizes.

Se entendermos a última frase, estaremos dando um passo importante para realizar nossas mudanças tão esperadas por nós mesmos (e pelos que convivem conosco).

Mudem com prazer para serem mais felizes. Não é a única via, mas certamente todos nós temos que passar por esse difícil caminho da mudança. Decidam, ousem, corram riscos, mas mudem. Para melhor, para serem mais felizes.



Por Rui Carlos Pizzato (autor do livro chamado Fábrica de Sonhos - Editora Nova Prova - Livraria Sulina. E-mail: ruipizzato@brazservice.com.br)
HSM Online
12/08/2009

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Fenômenos Sociais nos Negócios


Sou assinante da HSM e além de ler seu conteúdo, monitoro sua disseminação pelas redes sociais. Hoje recebi esta indicação de livro no Twitter e achei muito interessante o texto que justifica sua leitura. Eu vou atrás do meu e depois de ler comento aqui. Para quem quiser aprimorar-se nas estratégias de redes sociais acho válido. O futuro da comunicação já chegou. Leia naíntegra abaixo.

Conheça o fenômeno que criou uma mudança permanente na maneira como o mundo funciona e saiba como tirar proveito dele.

Confira nossas indicações

Neste momento, seus consumidores estão escrevendo sobre seus produtos em blogs e editando seus comerciais no YouTube. Estão escrevendo definições sobre sua empresa na Wikipedia e falando sobre você em sites como o Facebook.

Todas essas atividades fazem parte de um fenômeno social – o groundswell – que criou uma mudança permanente na maneira como o mundo funciona. A maioria das empresas o percebe como uma ameaça. Você pode vê-lo como uma oportunidade.

Em Fenômenos sociais nos negócios, dois dos principais analistas da Forrester Research mostram como transformar a força desses consumidores on-line em seu próprio benefício. Com 25 casos sobre empresas e instituições do mundo inteiro – de saúde, varejo, bens de consumo e serviços – Charlene Li e Josh Bernoff mostram como as empresas líderes estão obtendo conhecimentos, gerando receitas, fazendo economia e energizando seus consumidores.

Saiba como os profissionais de marketing da Procter & Gamble provaram que o marketing sutil em uma comunidade foi quatro vezes mais eficaz do que a televisão, como a BestBuy aproveita a inteligência de seus mais de mil funcionários dentro de redes sociais, como a Dell se transformou quando incluiu a inteligência de seus consumidores em quase todos os seus departamentos e como uma vinícola sul-africana multiplicou suas vendas por 10 quando explorou o poder de blogueiros, YouTube, Facebook e todas as outras ferramentas do arsenal da tecnologia social. Todos eles aprenderam a tirar proveito e transformar a mudança em lucro.

Sobre os autores: Charlene Li é uma das mulheres mais influentes do mundo da tecnologia e suas opiniões são replicadas em grandes veículos de comunicação, como os jornais The New York Times e The Wall Street Journal. Autora do blog The Altimeter, Li entende de uso das mídias sociais pelas empresas como ninguém – e estará no Brasil no ano que vem, a convite da HSM, para falar do tema.
Josh Bernoff é analista-sênior e vice-presidente da Forrester Research. É conhecido como um dos melhores analistas da indústria da televisão e sua revolução tecnológica.

Groundswell - Fenômenos Sociais nos Negócios
Editora Campus-Elsevier
Páginas: 320
Preço de capa: R$ 77,00
Autores: Charlene Li e Josh Bernoff

HSM Online
16/12/2009

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

É a hora do Brended Content



Quando me decidi pela profissão de jornalista, uma das razões preponderante foi o conteúdo. Conteúdo para mim sempre teve muito valor, em todos os sentidos. Trabalhar com ele então me fascina até então. Hoje, felizmente, o conteúdo é também valorizado nas relações de consumo e a sua importância ganha mais espaço nos investimentos das marcas.

Em uma das minhas pesquisas na web sobre Branded Content, que é o conceito de conteúdo agregado à marca, encontrei no blog do analista de tendências, Gabriel Jacob, o Advertido, uma matéria muito interessante, que sinaliza este movimento, e resolvi publicar aqui no meu blog.

Branded Content: Por que é a prática do futuro?

Entendemos por Branded Content a prática por vincular conteúdos a uma marca (e vice-versa). Uma forma sutil e criativa de cultivar laços entre uma marca e o consumidor.

Não é nenhum segredo que, com a evolução digital, muitas marcas aproveitaram o espaço livre e democrático da internet para espalhar a sua mensagem, dar conselhos e até mesmo medir a reação dos consumidores. Mas em 2009 foi feito ainda mais com Branded Content. Vimos vários exemplos aqui no ADivertido, e segundo o último relatório do Custom Publishing Council (CPC), os gastos com Branded Content duplicaram em 2009.
Falando de Estados Unidos, o gasto total com Branded Content foi, em média, US$ 1,8 milhões por empresa. Pouco mais da metade (51%) foi investido em publicações impressas, 27% em internet e quase 1/4 (22%) em televisão e rádio. A estimativa é que, em 2010, quase 60% das marcas devem duplicar os números de 2009.

O estudo também constatou que:
• 61% das marcas acreditam que o Branded Content é “mais eficaz” que a mala direta.
• Um pouco mais da metade (54%) usam o Branded Content para educar os consumidores.
• As marcas destinaram quase um terço (32%) dos orçamentos em Branded Content.
• 24% pretendem aumentar os gastos de conteúdo de marca em 2010.
• 78% dos entrevistados relataram que o Branded Content é mais eficaz do que a própria publicidade.

Estes dados mostram um crescimento substancial desta disciplina. Por quê? Você só precisa refletir sobre o comportamento do consumidor de hoje e entender que ele não quer mais ser incomodado com mensagens interruptivas, por isso opta por um conteúdo mais pertinente e que, em muitas vezes, pode ser assinado por alguma marca. Só depende da agência e do anunciante na hora de interpretar no briefing a demanda por algum tipo de conteúdo capaz de reter a atenção do target. No mais, a criatividade continua sendo o maior e principal ingrediente.

Sendo assim, vou continuar monitorando aquilo que virá com tudo em 2010.
:: Com fonte do BizReport e MediaPost

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Previdência


Nasce um novo ano. Muitas expectativas renovam-se também. E sempre aquele blá blá blá de felicidades, sucesso, saúde e dinheiro no bolso. Todos querem, na verdade, desejar algo de bom e de melhor num ano que nasce.

Em uma palestra organizada por uma instiutuição altamente liberal, o palestrante do mercado financeiro faz uma pergunta: qual o melhor investimento em previdência você pode fazer?

Todos quietos e absortos. Podia apostar que a mente de cada um tentava uma resposta do tipo bolsa de valores, mercado de capitais, imóveis ou algo do tipo, mas a resposta do palestrante surpreendeu a todos e inclusive a mim, o que me deixou feliz.

"O melhor investimento em previdência são os seus filhos"

Não precisa dizer mais nada......

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